(Foto minha)
Sinto-me doente
Estou mal, fraca
Estou… morrente!
Com esta educação decadente
Reuniões, reuniões
Projectos, projectos
Afinal, os alunos
Não deveriam ser o principal?
E tempo? Tempo para eles?
Na sala de aula, em que contexto leccionamos?
Quando temos tanto… que fazer!
Actas, matrizes
Os meninos, a alegria… de ter um dia
Sem projectos, papéis
Que ficam guardados na gaveta
E a inspecção é que inventa!
Tempo para corrigir?!
Família… segundo ou terceiro plano
Mas isso… ninguém se lembra!
Como estou doente… morrente
Da profissão que mais amo.
Helena Isabel

Minha querida
ResponderEliminarUm poema lindo...um grito de revolta, para o que está mal e tanta coisa está.
Tem selinho no meu blogue.
deixo o meu carinho de sempre e um beijinho
Sonhadora
Olá Helena,
ResponderEliminarDura realidade!
As melhoras...
Bjs dos Alpes
Poema da vida de cada dia em que os sonhos embatem como ondas desmoralizadas contra os rochedos do real: cheio de desilusões, de inversão de valores e de prioridades...Poema de crítica social. Espelho de uma realidade. Poema feito de amor por uma profissão escolhida. Retrato de espírito de responsabilidade, de dedicação. A poesia também serve para isso. Tudo é poesia. Da vida. Que não é fácil. Mas há aqui o amor pelos mais jovens. Pelo futuro. Gostei do poema. Que interpreta muitos sentimentos. Muitas situações. Em muitas profissões. Um abraço.
ResponderEliminarLindo poema, mas muito triste!
ResponderEliminarSe é assim, luta pela profissão, e faz a diferença... pode parecer pouco, mas será muito mais que pensas.
Beijos!
Passei por aqui só para te desejar um Natal feliz. E um ano Novo, com tudo o que desejas.
ResponderEliminarPassou por aqui um passarinho e ficou a voar e a desejar cantando canção linda um ano bom com saúde e vigor e amor: tava dormindo: não ouviu?
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